Ideias, ideias, ideias, em um “Espaço Aberto”…

Muitas empresas, até hoje, procuram desenvolver suas inovações com seus próprios grupos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), engenharia própria, diretorias especializadas, etc. Esta até pode ser uma metodologia a utilizar para obter inovações, dispendiosa na maioria das vezes, mas que até pode trazer algum resultado, dependendo de como é praticada… Mas este paradigma está mudando, até com certa velocidade.

O que está acontecendo é que cada vez mais há necessidade de desenvolver inovações com grande velocidade e menor risco. Isto obrigou as empresas de vanguarda a desenvolverem novos métodos, em si mesmo inovadores e mais ágeis, nos quais agora todos os envolvidos estão procurando novas idéias em um público variado (incluindo até os próprios clientes…), com outras tecnologias e ferramentas específicas para tal.

E como isto gera muitas novas ideias, muitas vezes até fora do “core business” do negócio, estas novas ideias tornam-se uma nova fonte de renda, ou criando novos mercados para a própria empresa, ou mesmo fornecendo ideias que são vendidas ou licenciadas para outras empresas. Afinal, estamos vivendo agora a “Era da Cooperação”, até na obtenção de ideias inovadoras.

professor mario augusto

Este é um dos objetivos do método “Inovação Aberta” (“Open Innovation”), utilizado por Google, Natura, etc., além de várias outras empresas de grande porte e grande agilidade.

Vamos trabalhar com isto, daqui para frente?

Imagem de Shutterstock

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.