Uma coisa é criar uma inovação: outra é colocá-la em prática… Isto pode ser algo trabalhoso, também, e vai necessitar calma, paciência, empatia, resiliência, e visão “política”, no bom sentido…

E só lembrando: a inovação pode acontecer em qualquer produto, sistema processo administrativo, etc. Não ficando restrita apenas à criação de produtos “mirabolantes”, ela pode e deve ser pensada e realizada em qualquer ponto da empresa, desde que corrija gargalos e promova melhorias. O seu objetivo é aumentar o valor agregado de algo que é produzido, ou melhorar a efetividade de uma estrutura funcional. Portanto, é importante estar pensando constantemente em inovar!

O problema é que o ser humano e as instituições tendem a desenvolver um certo conservadorismo, em maior ou menor grau, e isto é natural. Chamamos a isto “Zonas de Conforto”, ou seja, se está funcionando, por que mudar? Problema natural, mas problema, e às vezes bem complexo, até abrindo possibilidades de levar empresas à falência, nos tempos acelerados que estamos vivendo.

No entanto, sabemos que geralmente a implantação de uma inovação pode dar origem a dois comportamentos:

– O primeiro é a aceitação plena, com grande sucesso. Isto se dá, por exemplo, com um produto que vá plenamente de encontro com a necessidade ou desejo do consumidor, ou melhore significativa e visivelmente o desempenho de uma empresa ou setor dela, que tem problemas, sentidos por todos;

– O segundo é a rejeição plena, o que inclui, geralmente, a desqualificação de quem ou deu a ideia inovadora ou a implantou. Este é um movimento normal das pessoas, porque as tira da “zona de conforto”, e as assusta com o novo ambiente. Isto ocorre principalmente em instituições conservadoras e cristalizadas em sua atuação há longo tempo. Inclusive, este é um bom problema para um gestor inovador. No entanto, neste caso, já é de conhecimento geral de que se a inovação agregar realmente valor, à rejeição inicial segue-se uma “observação” do que realmente está acontecendo, e, se tudo ocorrer bem, vem a aceitação plena do novo método.

No entanto, a implantação, com sucesso, de uma inovação ou de uma nova ideia na gestão, pode passar por alguns caminhos que efetivamente podem ajudar. Vamos discuti-los no próximo “Engenharia em Pauta”? Até lá…

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