Então, já conhecemos algumas tendências bem atuais para o Brasil… Vamos aproveitar algumas para “bolar” inovações? É assim que as pessoas criativas e as empresas fazem, ou sempre deveriam fazer…

Pois é: engenharia é utilizar nossos conhecimentos e criatividade para resolver problemas e anseios da sociedade; e as tendências nos indicam isto… Por exemplo: verifiquem o sucesso das empresas que fabricam e comercializam itens de segurança – a tendência atendida é a “15 – Aumento da sensação de insegurança nas pessoas”…

Agora vamos pegar, para nosso exercício, duas tendências: a “10 – Grande número de pessoas morando sozinhas” e a “14 – Aumento da população + 60”.

Se somarmos a estas o fato de que muitos idosos moram sozinhos (por desejo próprio ou por problemas familiares…), e a dificuldade legal e o custo de “cuidadores”, abrem-se muitas possibilidades de novos e inovadores produtos tecnológicos: sensores de movimento, acompanhamento via internet para os familiares do idoso, botões de emergência, e até dispositivos robóticos que acompanhariam o idoso, com eles podendo conversar, lembrá-los do horário de seus remédios, etc. (a inteligência artificial, mesmo no estado de desenvolvimento atual, já permite viabilizar estas ideias…); estes dispositivos também poderiam permitir a visualização, por transmissão de vídeo, do idoso para os seus familiares, e vice-versa…

Para a arquitetura e design, quantas possibilidades! Móveis mais funcionais e passíveis de controle pelo idoso, divisão bem mais funcional de sua residência, itens que dariam mais segurança ao idoso no banheiro, etc.

E se somarmos o trabalho de todos estes profissionais, os tecnológicos e os arquitetos e engenheiros civis, com o advento da IoT, ou “Internet das Coisas”, as possibilidades de criar um ambiente totalmente agradável e seguro para  idosos  só seriam limitadas pela criatividade…

Mas não precisamos parar por aqui. Por exemplo, a engenharia de alimentos poderia criar alimentos muito nutritivos, que ocupassem pouco espaço, e fossem de fácil preparação…

É, as possibilidades são infinitas… Bom para nós, não?

Vamos nos exercitar mais no próximo “Engenharia em Pauta”? Até lá…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.