E como formamos as “entradas” do “funil” da Open Innovation?

Na realidade, podem ser consideradas “entradas” quaisquer fontes de ideias. A instituição inovadora apenas precisa fomentar e estimular a criação de ideias e ordenar o seu fluxo dentro da organização…

Alguns exemplos de fontes de ideias:

– Desafios tecnológicos ou de conceitos, sob forma de pequenos concursos internos;

– Concursos de ideias que podem envolver inclusive a comunidade externa, clientes, etc.; a web, neste caso, pode ser muito útil, permitindo alcance até mundial;

– Sistemas de “ideação” e centros de inovação; “makers places”, que são locais preparados e disponibilizados para quaisquer experiências, apoiando os naturalmente criativos;

– Configurar o local de trabalho de modo que possa ocorrer “Co-criação”. Por exemplo, eliminar as ”baias” (credo! Isto é para cavalos…), e transformar o espaço de trabalho em algo mais livre, e modulável; – Estabelecer bons locais de encontro, em cafés, ambientes de relaxamento, etc., para estimular a convivência; – Oferecer tempo livre, até dentro do horário de trabalho, para criação e discussão de novas ideias;

– Criar redes colaborativas formais, inclusive pela web, através da qual um problema específico é exposto, solicitando-se soluções, com prêmios interessantes;

– Ideias provenientes de interessados, em geral;

– E assim por diante…

professor mario augusto

O importante é a instituição estar aberta a novas ideias, organizando-as convenientemente. E os atores são, conforme já foi comentado, clientes, usuários, interessados, colaboradores (até de outros setores da instituição, não estando ligados ao setor inovador), parceiros, pessoas estranhas ao processo, etc. Valem também ideias provenientes de observação de outras empresas (até de concorrentes), de novas tecnologias, etc. Qualquer ideia é bem-vinda, desde que agregue valor à criação da inovação!

Imagem de Shutterstock

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.