Sem egoísmo ou exclusividade na criação de inovações…

É, a pressa no desenvolvimento de coisas novas que agreguem cada vez mais valor aos produtos e serviços tradicionais pressionou as instituições a deixarem sua cômoda posição no desenvolvimento de suas próprias inovações.

A “co-criação” é um bom exemplo disto…

Agora, as instituições inovadoras veem seus mercados, clientes, e até mesmo seus concorrentes, como fóruns de discussão e aproveitamento de ideias. Assim combinam e renovam recursos e capacidades de cada um destes segmentos para criar valor através de novos e interessantes mecanismos de interação e aprendizagem.

professor mario augusto

Bem interessante e produtivo, não? É um processo dinâmico, que acelera a grande evolução com a qual contamos atualmente!

E a ”grana” para inovar rapidamente? Aí entra a figura do crowdfunding (“financiamento coletivo”), que cada vez mais se fortalece, particularmente para pequenos projetos – aliás, destes pequenos projetos podem sair negócios de grande importância, e altamente lucrativos…

Sempre há gente com vontade de financiar boas ideias, de caráter geral, de interesse filantrópico, etc., mediante pequenas recompensas ou mesmo sem nenhuma recompensa, a não ser de ajudar algo inovador e intrinsecamente bom…

Como exemplo, dê uma olhada em www.catarse.me. Você vai gostar…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.