Tendo sido docente atuando efetivamente em sala de aulas durante cinquenta anos, e sempre adorando, estive pensando em tudo o que aconteceu neste meio século, em termos de desenvolvimento em geral. Como evoluímos em tecnologias, como sociedade (para melhor, ou pior – deixo a seu critério a decisão…), na comunicação entre nós, e assim por diante! Mas, infelizmente, em maciça maioria, aconteceu muito pouco na área educacional… Não é verdade?

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Neste raciocínio, para ver se eu não estava muito enganado, localizei uma interessante pesquisa sobre o que mais alguns educadores de vários países pensavam a respeito – você pode olhar o resultado completo na referência citada ao final deste “Engenharia em Pauta”. A pergunta foi: como será a escola em 2050, e foi feita a educadores do “TED-Ed Innovative Educators” de seis países… Neste espaço, vou apenas “pinçar”, em tradução livre, quatro respostas que me pareceram significativas e coerentes com o título deste pequeno artigo:

As escolas parecerão completamente diferentes.

“Não haverá campus físico. Em vez disso, os alunos aprenderão nas salas de aula em movimento e o mundo real será o campus deles. Os estudantes viverão juntos e usarão bibliotecas da cidade e laboratórios da cidade para concluir um projeto. O aprendizado não será limitado a uma escola física. Já existe um modelo para isso: a Minerva Schools, uma universidade de risco.”- Hyuk Jang, educador em Busan, Coreia do Sul.

A sala de aula será um grande espaço de trabalho.

“Tecnologias como Evernote, Google e Siri serão o padrão e mudarão o que os professores valorizam e testam. Basicamente, você pode pedir à Siri para responder a uma pergunta, e então você não será avaliado sobre isso. Em vez disso, o aprendizado será baseado em projetos. Os alunos serão avaliados em habilidades de pensamento crítico e resolução de problemas. Literatura e matemática ainda serão ensinadas, mas serão ensinadas de maneira diferente. A matemática será ensinada como uma maneira de aprender a resolver problemas e quebra-cabeças. Na literatura, os alunos serão questionados sobre o que uma história significa para eles. Em vez de fazer testes, os alunos mostrarão aprendizado através de projetos criativos. O papel dos professores será orientar os alunos nas áreas em que eles precisam de orientação como inovadores. Como você consegue que as crianças sejam inovadoras? Você as deixa. Você sai do caminho deles. ”- Nicholas Provenzano, educador em Michigan, Estados Unidos.

Haverá mais criatividade na sala de aula.

“Porque é isso que carreiras exigirão. A educação não será apenas pegar informações e compartilhá-las, mas também descobrir o que fazer com essas informações no mundo real”- Josefino Rivera, Jr., educador em Buenos Aires, Argentina.

Os alunos aprenderão que nada é impossível.

“A educação incutirá a ideia de que tudo o que não for possível agora será possível no futuro. Vamos fazer essa parte da educação.” – Kristine Sargsyan, educadora em Yerevan, Armênia.

Pois é… Volto a perguntar: utopia, distopia, ou realidade? Deixo a você, prezado leitor, prezada leitora, a resposta… Mas vou dar a minha: é necessidade, e urgente, que caminhemos nos caminhos indicados pelas respostas acima, sob pena de perdermos, mais uma vez, o “bonde da história”… Pense nisto!

Referência: Medium 

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