Neste antigo e popular ditado nossos pais procuravam nos mostrar o risco que tínhamos ao “meter a cara” em qualquer coisa nova que nos parecia interessante… Nada de problemático nisto, até funcionava mais ou menos. Mas íamos em frente e descobríamos tantas coisas novas – não é a toa que um dos conhecidos complementos do ditado é “mas a satisfação o ressuscitou”…

Dá para pensar um pouco, não? Se não fôssemos curiosos o mundo não contaria com inovações, e não teria evoluído. Pense em um ser humano na era pré-histórica, ao ter curiosidade e pensar porque objetos pontiagudos feriam sua pele, e então imaginar uma ponta de flecha… Ou ao rolar uma pedra redonda intuísse um modo mais fácil de transportar objetos… E assim por diante!

Então, tente colocar-se à frente do mundo com curiosidade! Procure ser observador: desafie premissas, e tente imaginar como fazer as coisas corriqueiras de modo diferente – por que as coisas são feitas “assim”, e não “assado”? Exemplo: por que todos usam seu veículo particular, se todos tem necessidade de transporte, geralmente para locais próximos e em horas parecidas? Por que todos os expedientes de trabalho começam e terminam aproximadamente na mesma hora? Por que para trabalhar no computador tenho que fazê-lo no computador da empresa, e não no meu, em minha residência?

E “observar” atualmente é muito mais fácil do que em tempos passados: podemos observar o mundo de nossa tela! Basta que utilizemos nossos meios de comunicação, tão acessíveis hoje em dia, para detectar tendências, conhecer comportamentos emergentes, soluções interessantes ou similares para nossos problemas, etc. Fantástico!

Procure também sempre estar fazendo perguntas, em vez de dar respostas imediatas. Mergulhar na pergunta pode nos dar chance de ter respostas criativas… Em vez de “vou fazer isto”, por que não perguntar: “para que vou fazer”? “Qual o melhor modo de fazer isto”?

Então, tente colocar-se todo o tempo, e em todas as situações, em uma postura observadora e criativa… Não é chato, nem é aborrecido – é gostoso, e você descobrirá novos mundos e novos modos de fazer as coisas. Tente! 

Aí, a “curiosidade matou o gato, mas a satisfação o ressuscitou”, como sempre foi dito… E eu aqui me focalizo mais é na satisfação da descoberta, na prática do pensamento criativo, e na felicidade de inovar. É, a curiosidade mudou, e está sempre mudando, o mundo!

Em tempo: isso não é o que as crianças fazem todo o tempo, para aprender como o mundo funciona? E como curtem, para elas é brincadeira…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.